Quando achávamos entender como o Google Ads funciona, lá vem uma mudança. E essa, em 2025, realmente muda muita coisa. Está preparado?
O que mudou na exibição dos anúncios?
Durante anos, os anúncios do Google seguiam uma regra rígida: se apareciam no topo, não podiam aparecer também na parte de baixo da página. Era preto no branco. Mas agora as coisas ficaram mais – digamos – flexíveis. Os anúncios passaram a ter a possibilidade de exibição simultânea nos dois extremos da página: tanto no início quanto no fim dos resultados de pesquisa.
Se você ficou surpreso, não é só você. Muitas equipes de marketing, assim como a TraQ!, trabalharam anos com esse padrão. E agora a escolha de cada posição passa a seguir critérios próprios de relevância.
Por que o Google decidiu mudar?
Muitas atualizações do Google vêm acompanhadas de explicações um tanto vagas, mas dessa vez houve uma justificativa clara: experiência do usuário.
Usuários buscavam anúncios melhores rolando a página, mas, frustrados, voltavam ao anúncio inicial.
Bastante simples. O Google percebeu que, em diversas situações, as pessoas insatisfeitas com os anúncios do topo desciam tudo, liam a lista até o final, viam outros anúncios na base e, muitas vezes, “voltavam” para o mesmo anúncio do início. Isso não fazia sentido nem para o anunciante, nem para quem pesquisava. Havia ali uma oportunidade para apresentar melhores opções nos dois pontos de atenção principal: topo e rodapé.

Testes e resultados preliminares
A decisão não veio do nada. Segundo a página de ajuda do Google Ads e a cobertura do Search Engine Land, publicada em 21 de abril de 2025, o Google testou a mudança de janeiro a março de 2025. Os números divulgados pela própria empresa:
- A presença de anúncios muito relevantes na página subiu cerca de 10%.
- As conversões vindas dos anúncios do rodapé — ações como pedido de orçamento, contato ou compra — subiram cerca de 14%.
São dados do próprio Google, sem abertura por setor ou país: servem como sinal, não como promessa para a sua conta.
Claro, nem tudo são flores imediatas. Ainda há margem para entender como isso afeta custos de leilão, qualidade dos cliques e comportamento de navegação a longo prazo. Mas nesses primeiros dados, há um sinal: quem aposta em campanhas bem construídas e monitoradas poderá tirar vantagem…
Entendendo os novos leilões e a segmentação dos anúncios
Com essa atualização, os anunciantes passam a disputar espaços em dois leilões diferentes na mesma pesquisa: o leilão do topo e o leilão da base. Isso pode soar complicado, mas na prática traz novas oportunidades — e também desafios.
Os anúncios exibidos na parte superior e inferior não são necessariamente os mesmos. O Google pode, por exemplo:
- Mostrar diferentes criativos em cada posição (ou seja, comunicar outra mensagem, fazer outro chamado para ação).
- Escolher exibir alguns anunciantes somente em uma das extremidades, dependendo de relevância e lance.
Em poucas palavras? A competição ficou um pouco mais sofisticada. Quem simplesmente sorri para o piloto automático pode acabar perdendo terreno para concorrentes mais atentos.
Impacto para empresas e agências
Quem já trabalha com Google Ads sabe como pequenas alterações de layout ou lógica do sistema afetam os resultados finais. Agora, então, com as posições dobrando de possibilidades, a atenção precisa ser redobrada.
Assessorias especializadas, como a própria TraQ!, já revisaram suas rotinas de monitoramento e estão aprofundando as análises em segmentos de campanhas para entender em quais clientes vale ampliar a exposição nos dois pontos. É aquilo: o que era restrito, agora é território aberto para testes e descobertas personalizadas.
O que muda para quem faz campanhas?
- Acompanhamento mais detalhado dos relatórios de posição dos anúncios.
- Ajuste de quanto pagar por clique (os lances) para disputar as melhores posições em ambos os extremos.
- Análise mais rigorosa do comportamento dos leads – quem chega pelo topo não é igual a quem chega pela base.
- Necessidade de testar diferentes mensagens e chamadas de ação.
Ou seja: estratégia virou questão de sobrevivência, e atenção constante virou parte do jogo.
Dicas para tirar o melhor proveito das mudanças de 2025
Não existe fórmula infalível (seria ótimo, né?), mas algumas práticas ajudam a encarar esse novo cenário:
- Reveja seus criativos: Teste variações de anúncios específicos para topo e base. Pequenas mudanças de abordagem podem engajar públicos diferentes.
- Monitore as métricas separadas: Compare desempenho dos anúncios no topo versus na base. Vale investimento diferente para cada um?
- Invista em automação, mas acompanhe de perto: Se usar inteligência artificial ou automação de lances do próprio Google, ajuste com regularidade — as regras mudaram e o histórico pode não servir para prever.
- Pense na jornada do cliente: Quem clica no fim da página costuma ser mais criterioso. Tem dúvidas, compara mais. Ofereça diferenciais claros.
Se quiser se aprofundar em vantagens e práticas do tráfego pago de forma ampla, vale conferir este artigo sobre vantagens e dicas práticas. Também recomendo analisar como impulsionar negócios com Google Ads no contexto das atualizações, conforme nesse guia prático para negócios.
O que esperar de outras mudanças no Google Ads?
Embora a novidade dos anúncios no topo e base seja a mais falada agora, não é a única que surgiu ou vai surgir. O sistema Google Ads está, de tempos em tempos, em constante transformação. Algoritmos mudam, formatos de anúncios vão evoluindo, novas integrações surgem (especialmente com inteligência artificial). Inclusive, nosso conteúdo sobre estratégias de vendas já levanta esse ponto: adaptar rápido continua sendo o maior diferencial competitivo.
Enquanto alguns concorrentes tentam correr atrás das novidades, a TraQ! acompanha de perto as atualizações da plataforma e soma mais de R$ 10 milhões gerenciados em anúncios desde 2022 — o que se converte em experiência prática e uma visão apurada para ajustes rápidos.
Outro detalhe importante envolve a integração de etapas comerciais. Ao usar ferramentas como Pipedrive, as equipes conseguem automatizar andamentos, medir quantos negócios passam de uma etapa para a outra e, assim, potencializar o aproveitamento de cada lead gerado. Um verdadeiro diferencial, como mostramos também no artigo sobre acompanhar tráfego pago e resultados B2B nas rotinas comerciais.
Resumo: agora o topo e a base contam (mesmo!)
Para finalizar: o novo modelo de anúncios simultâneos na pesquisa traz novas dinâmicas para quem já depende do Google para vender e captar clientes. Sua empresa pode (e deve) testar as duas posições, cuidar dos criativos, medir resultados e ajustar rotinas quase que semanalmente, se preciso.
Se quiser ir além, vale investir em assessoria de marketing focada em performance. Recomendo muito a análise destas estratégias práticas de assessoria.
Quem age rápido, colhe resultados antes.
Se você quer conversar sobre essas mudanças ou precisa de uma mão de especialistas para lidar com o novo cenário do Google Ads, a assessoria de marketing e vendas da TraQ! está pronta para ajudar. São mais de R$ 10 milhões gerenciados em anúncios desde 2022, em diversos segmentos. Chegou a hora de repensar suas campanhas e buscar resultados ainda maiores — e é só dar o próximo passo para descobrir como.
