O ponto de partida
A Energtech tem cinco anos e trabalha com projetos de energia solar. Tinha Instagram, tinha Facebook — e, nas palavras do próprio Eider, um marketing “amador”. A maior parte dos sistemas vendidos vinha de indicação.
Havia também um cálculo que todo dono de empresa técnica conhece: manter alguém em tempo integral só para captar cliente custa caro, e nem por isso garante previsibilidade.
O gargalo, porém, não estava só na entrada. A área comercial estava, nas palavras dele, “bem bagunçada” — sem CRM, sem controle de follow-up, sem registro de por que um negócio fechava ou se perdia.
O que foi feito
Duas frentes ao mesmo tempo, porque uma sem a outra não resolveria:
- Aquisição, com captação por formulário ligada aos anúncios — priorizando quem demonstra intenção real de compra, e não o maior número possível de contatos.
- Processo comercial, com CRM implantado e o funil organizado, para que a oportunidade que entra tenha dono, hora marcada de retorno e motivo registrado quando não fecha.
A escolha deliberada foi qualificar antes de entregar. Trazer menos oportunidades, porém melhores, para não ocupar a agenda de um time técnico com curioso.
O resultado
Já no primeiro mês: cinco projetos fechados e mais de R$ 50 mil em vendas (valor bruto, como informado pelo cliente).
O detalhe que mais importa é o que o Eider levanta sozinho no depoimento, sem ser perguntado:
“O volume de leads que chegou pra gente não foi aquele volume estrondoso, mas era um cliente que realmente tava interessado no que a gente tava vendendo. Os clientes que vieram foram clientes com real interesse, que de fato fecharam.”
É exatamente o trade-off que a TraQ! escolhe: menos oportunidade, mais fechamento. Relatório de volume alto com agenda entupida de curioso não paga a conta de ninguém.
O que não dá para prometer
Os números desta página são declarações do próprio cliente, ditas em depoimento gravado — não são leituras de plataforma auditadas pela TraQ!.
E cinco fechamentos no primeiro mês não é o padrão: energia solar tem ciclo de decisão curto para o porte do ticket, e a Energtech já tinha capacidade técnica ociosa para atender de imediato. Onde o ciclo é mais longo, o primeiro mês costuma ser de estrutura, não de fechamento — e prometer o contrário seria vender o que não se controla.