Um escritório de engenharia elétrica consegue projetos pelo Google quando o anúncio fala com quem contrata projeto de porte — indústria, empreendimento comercial, obra que precisa de entrada de energia — e bloqueia quem procura eletricista. Some a isso uma página que pergunta o tipo de instalação e o prazo, e um retorno rápido a cada pedido. Anunciar para “engenharia elétrica” de forma ampla faz o contrário: enche a agenda de chamado pequeno.
Por que projeto elétrico é difícil de vender pelo Google
Engenharia elétrica tem um problema particular: a mesma palavra serve para públicos que não têm nada a ver um com o outro. Quem digita “engenharia elétrica” pode ser o gerente de uma fábrica que precisa ampliar a subestação, um estudante procurando faculdade, um profissional pesquisando vaga ou alguém que só quer trocar o disjuntor de casa.
Para o Google, todos são “interessados”. Para o escritório, só o primeiro paga o projeto. Por isso é tão comum ouvir de engenheiro eletricista que “já testou anúncio e não funcionou”: o anúncio funcionou, só que para o público errado.
Para quem o anúncio fala: indústria, não instalação pequena
A decisão mais importante da campanha não é quanto investir. É para quem o anúncio fala.
Um escritório que faz projeto industrial precisa que o texto diga isso logo de cara: projeto elétrico industrial, subestação, entrada de energia, laudo das instalações. Quando o anúncio deixa claro o porte, quem procura serviço doméstico entende que não é ali — e não clica.
Vale o mesmo para a oferta. “Orçamento grátis para instalação elétrica” atrai quem compara preço de eletricista. “Projeto elétrico para indústria e empreendimento comercial” atrai quem tem uma obra e um prazo. As formas de gerar oportunidades com Google Ads na engenharia partem dessa mesma escolha.
Os termos de busca de quem contrata projeto
O que a pessoa digita no Google é o termo de busca, e ele revela o momento dela. Termos de quem contrata projeto costumam ser específicos: o nome do serviço, o tipo de instalação, às vezes a concessionária de energia ou a exigência que precisa cumprir.
O outro lado é tão importante quanto. O Google Ads permite bloquear termos: quando a busca contém a palavra bloqueada, o anúncio não aparece. Para engenharia elétrica, dois grupos quase sempre entram nessa lista:
- Serviço pequeno: eletricista, tomada, chuveiro, conserto, residencial barato.
- Estudo e emprego: curso, faculdade, apostila, salário, vaga, concurso.
Sem esse bloqueio, parte da verba vai para estudante e candidato a emprego — gente que nunca vai pedir orçamento. O passo a passo de campanhas de Google Ads para engenharia mostra como organizar os termos por serviço.
A página e o primeiro contato
Quem clica num anúncio de projeto elétrico industrial não deveria cair na página inicial do escritório, com todos os serviços misturados. Deveria cair numa página sobre aquele serviço, que já pergunta o que o engenheiro perguntaria na primeira ligação:
- Tipo de instalação: industrial, comercial, condomínio, entrada de energia.
- Etapa da obra: planejamento, construção, ampliação, regularização.
- Prazo: para quando o projeto precisa estar aprovado.
- Cidade, para não receber pedido de fora da área atendida.
Menos pessoas preenchem, e isso é bom. O time técnico, que é caro, passa a conversar só com quem tem projeto.
Depois vem o retorno. Gerente de indústria que precisa de projeto costuma consultar mais de um escritório, e quem responde primeiro sai na frente para marcar a visita técnica. Cada pedido precisa ter dono, data de retorno e o registro de qual anúncio o trouxe — é assim que se descobre, meses depois, quanto custou cada projeto fechado.
O caso da Valle e Otto
A Valle e Otto é um escritório de engenharia elétrica que faz projetos industriais, residenciais e de entrada de energia. Quando procurou a TraQ!, o sócio chegou descrente: já tinha testado tráfego pago com outra empresa e não tinha visto funcionar para engenharia.
O que mudou não foi o volume de contatos. Foi para quem os anúncios passaram a falar: projeto elétrico de porte industrial, não orçamento de instalação pequena. Junto com isso, o caminho inteiro passou a ser acompanhado — quem chega, como é atendido e o que vira contrato.
No primeiro ano de parceria, o escritório chegou a quase R$ 1 milhão em vendas atribuídas ao tráfego pago, e o primeiro projeto fechado pelo canal foi de R$ 650 mil. Os números foram declarados pelo próprio cliente em depoimento gravado, não são leitura auditada de plataforma, e valem para aquele escritório. A história completa está no case da Valle e Otto.
O que não se copia de um caso
Um case mostra o mecanismo, não garante o número. A Valle e Otto vende projeto de valor alto, com ciclo de venda longo e equipe técnica para atender. Um único contrato move o ano. Um escritório que vende serviço de valor menor e em volume maior vai ter uma curva diferente, com outra verba e outro prazo.
O que se copia é a lógica: escolher para quem o anúncio fala, bloquear quem não é cliente, perguntar porte antes do contato e registrar cada pedido até o fim. Para ver como a TraQ! aplica isso no setor, a página de marketing para engenharia e construção civil mostra o método e os clientes. E, se você quer alguém responsável pelo caminho inteiro, do anúncio ao projeto fechado, é isso que a Assessoria de Marketing e Vendas faz.
